Segundo estudos, foi na Praça Santo Antônio que, no passado, passou a linha do Linha de Tratado de Tordesilhas, dividindo o território entre Portugal e Espanha.

Em 1941, foi uma promessa religiosa que fez com que uma devota construísse uma capela em homenagem ao Santo Antônio de Pádua. Terras foram doadas à Igreja e repartidas a quem quisesse comprar, então foi surgindo um povoado ao seu redor, com casas desenhadas ao estilo colonial pelos mestres de obra de Corumbá, município a que o vilarejo originalmente pertencia. Por isso, parece mais antigo do que realmente é.

O vilarejo, meio que isolado do mundo, era autossuficiente: se plantava e se produzia o que eles mesmos consumiam. Eventualmente emancipou-se, mas só durou dois anos, quando, da noite pro dia, sua prefeitura foi transferida para perto da BR-060, pela proximidade de Brasília, e o município foi posteriormente renomeado para Alexânia. Foi péssimo para a população, reduzida novamente a status de distrito, que ficou sem identidade, sem água e luz por anos.

Tudo está na Praça Santo Antônio, como, por exemplo, a igreja, com um cruzeiro em seu centro. Crianças brincavam, felizes, de bicicleta, aparentemente alheias aos problemas do mundo. Ao seu redor, diversas casas coloridas ao estilo colonial, inclusive o da subprefeitura. Várias, aos finais de semana, são visitáveis. Vamos citar pontos para você visitar:

  • Antiquário;
  • Bar Museu, onde se pode experimentar cachaças de diversos tipos;
  • Memorial de Olhos d’Água, que conta a história do vilarejo.

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